Registra a planta
O nascimento de cada planta abre um lote. A Kolibri cria uma conta dedicada na Solana (PDA) e cunha um NFT que vai acompanhar esse lote pelo resto da vida.
A Kolibri registra cada etapa do ciclo da cannabis medicinal e ancora uma prova criptográfica na blockchain. Qualquer pessoa confere a origem de um lote. Nenhum dado sensível sai do sigilo.
Contrato verificável publicado na devnet da Solana
No Brasil, um dispensário precisa responder a três frentes ao mesmo tempo: a LGPD sobre dados de paciente, a RDC 1.015/2026 da Anvisa sobre o produto e o SNGPC sobre o controle de estoque. Planilhas e PDFs registram, mas não provam nada: podem ser editados depois do fato.
A Kolibri inverte a lógica. Cada ato do ciclo, do plantio à dispensação, gera uma prova matemática ancorada em blockchain pública. O registro deixa de ser uma promessa interna e passa a ser verificável por qualquer auditor, sem acesso ao seu banco de dados.
O dispensário só registra. A Kolibri assina, paga a taxa de rede e devolve a prova. Sem carteira para gerenciar, sem cripto para entender.
O nascimento de cada planta abre um lote. A Kolibri cria uma conta dedicada na Solana (PDA) e cunha um NFT que vai acompanhar esse lote pelo resto da vida.
Rega, poda, colheita, secagem, análise laboratorial, dispensação. São até quinze eventos. Cada um é normalizado num JSON canônico e resumido em um hash.
O hash de cada evento é gravado on-chain, encadeado na raiz do lote. A partir daí, qualquer alteração no registro original quebra a prova de forma detectável.
O lote ganha um Passaporte Digital de Produto público, com QR Code. Quem recebe recalcula os hashes no próprio navegador e confere, na hora, se batem com a blockchain.
O Passaporte Digital de Produto reúne a procedência do lote, os selos de conformidade e os indicadores de rastreabilidade num único endereço público. O botão Verificar on-chain não confia na palavra da Kolibri: ele recomputa os hashes e bate contra a Solana.
A regra é simples e não tem exceção: dado de paciente nunca toca a blockchain. O hash é calculado no navegador, antes de qualquer envio. O que vai para a rede é uma impressão digital irreversível, suficiente para provar, inútil para vazar.
A Kolibri opera em custódia de serviço: o backend assina e paga as transações. O dispensário entra com e-mail e senha; o NFT do lote fica vinculado à conta dele. A complexidade de cripto fica do nosso lado.
A rastreabilidade é a base. Sobre ela, os produtos que conectam quem opera — e, depois deles, a economia. Cada card abaixo diz onde está: no ar, parcial ou previsto.
Cadastro único do associado. Dados pessoais e receitas cifrados em repouso; o acesso da instituição é mediado por consentimento com escopo, revogável pelo titular e registrado em trilha que ele mesmo abre.
Ato dispensador, escrituração SNGPC, rastreabilidade por lote e o Kolibri Score — o índice mensal de saúde operacional. Acesso pelo cadastro institucional, com validação documental.
PIX direto na chave da própria instituição, com QR e copia-e-cola: o valor não passa pela Kolibri e a taxa é zero. Split automático, recibos e conciliação centralizados: previsto.
Cadastro do prescritor com validação de conselho, para o médico emitir a receita direto no cofre do paciente, com consentimento específico de escrita.
Camada bancária e de seguros construída sobre o histórico operacional acumulado na plataforma.
Reserva fora da conta bancária e recebimento de fora do país que liquida em PIX. Opcional, e nunca no lugar do PIX: para receber em reais dentro do Brasil, o PIX continua melhor.
Liquidação shielded com provas de conhecimento zero. O dispensário recebe, o valor da compra do paciente permanece confidencial.
Score de crédito construído a partir do histórico on-chain do dispensário. Pools sênior, mezzanine e junior, sem intermediário bancário.
SPL Token-2022 com 25% da receita comprando cbBTC em cofre. Recompra e queima reduzem o supply à medida que a rede cresce.
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